Há momentos em que o mercado muda de patamar e quem não percebe a tempo paga o dobro depois. Estamos nesse momento.
A alta do petróleo, acelerada pelo conflito no Oriente Médio, está redesenhando a estrutura de custos do setor aéreo brasileiro em 2026. Para as empresas que viajam com frequência, ignorar esse movimento não é uma opção.
01 — O QUE ESTÁ ACONTECENDO
O querosene de aviação (QAV) — o principal insumo de qualquer companhia aérea — acumula reajustes expressivos nos últimos meses. Em março, o aumento foi de 9,4%. Em abril, a Petrobras aplicou uma alta de 54,6%. No mercado global, segundo a IATA, os preços do QAV dispararam 103% em março.
O barril de petróleo opera hoje entre US$ 101 e US$ 115 — impulsionado pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pela instabilidade no Estreito de Ormuz, por onde escoam 20% da produção mundial.
O resultado chega direto ao bolso corporativo: as tarifas aéreas de GOL, Azul e Latam subiram 16% em doze meses e 12% só no último trimestre, segundo relatório do J.P. Morgan. Passagens que custavam R$ 300 chegaram a R$ 5.000 para quem comprou em cima da hora.
02 — POR QUE ISSO IMPACTA MAIS AS EMPRESAS DO QUE OS VIAJANTES INDIVIDUAIS
Para uma pessoa física, a alta das passagens é um incômodo. Para uma empresa com dezenas de colaboradores viajando mensalmente, é uma distorção orçamentária relevante — e muitas vezes invisível até que o relatório financeiro do trimestre chegue.
O combustível representa entre 30% e 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. Quando esse custo sobe, o repasse ao consumidor é inevitável e rápido. Há uma defasagem média de 45 dias entre a variação do petróleo no mercado internacional e o ajuste nas tarifas domésticas — o que significa que parte do impacto do reajuste de abril ainda está por vir.
Além do preço por passagem, existem outros efeitos indiretos que afetam empresas:
🔺 Volatilidade nas cotações — tarifas que mudam em horas, dificultando o planejamento
🔺 Pressão sobre o orçamento anual de viagens — metas definidas no início do ano já estão desatualizadas
🔺 Decisões de última hora — colaboradores comprando passagens sem aprovação prévia, fora de política
🔺 Falta de visibilidade — sem uma plataforma centralizada, o gestor só descobre o gasto quando já aconteceu
03 — O QUE O GOVERNO ESTÁ FAZENDO — E O QUE ISSO NÃO RESOLVE
O Ministério de Portos e Aeroportos anunciou um pacote de medidas: zeragem de PIS e Cofins sobre o QAV até 31 de maio, reparcelamento de tarifas aeroportuárias e linhas de crédito para as companhias aéreas financiarem a compra de combustível.
São sinalizações importantes. Mas, na prática, cortes tributários têm alcance marginal quando a alta vem do mercado internacional. Enquanto o barril permanecer acima de US$ 100 e o dólar seguir pressionado, o alívio para o consumidor corporativo será lento e parcial.
A perspectiva do mercado é clara: as passagens devem seguir em níveis elevados ao longo de 2026. Quem antecipar suas reservas estará comprando o preço de hoje — não o de amanhã.
04 — COMO A TICKETTRAVEL PROTEGE O ORÇAMENTO DA SUA EMPRESA
Neste cenário, a gestão inteligente de viagens deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade operacional. A tickettravel foi desenvolvida exatamente para momentos assim.
Antecipação com controle Nossa plataforma permite que sua empresa planeje e reserve viagens com antecedência, travando tarifas antes dos próximos reajustes — com visibilidade total de quem autorizou, qual o valor e qual a política aplicada.
Orçamento sob controle, em tempo real Chega de descobrir o gasto depois. Com a tickettravel, gestores acompanham cada reserva em tempo real, com relatórios prontos para o board e alertas automáticos quando o orçamento se aproxima do limite.
Acesso a tarifas corporativas negociadas Empresas que gerenciam volume têm poder de negociação. A tickettravel transforma o volume de viagens da sua empresa em condições que o mercado aberto não oferece — uma vantagem especialmente relevante quando as tarifas estão em alta.
Suporte humano quando o cenário muda Mudança de voo de última hora, remarcação emergencial, rota alternativa. Num mercado volátil, você precisa de gente resolvendo — não de chatbot. Nossa equipe está disponível via WhatsApp e e-mail, com resposta ágil e conhecimento do seu perfil corporativo.
05 — UM CENÁRIO QUE EXIGE DECISÃO, NÃO APENAS ATENÇÃO
Viagem corporativa mal gerida em tempo de tarifa estável já é cara. Em tempo de alta, é um risco financeiro real.
Empresas que tratam a gestão de viagens como função estratégica chegam a dois resultados concretos: gastam menos e viajam melhor. Não porque encontram passagens mágicas — mas porque compram no momento certo, com política clara, dados confiáveis e parceiros preparados.
O mercado mudou de patamar. A pergunta é: a gestão de viagens da sua empresa também mudou?
Quanto mais longe você for, mais perto vamos estar.
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