Self-booking, retenção de talentos e o que une os dois temas

Duas decisões de gestão que parecem não ter relação direta — como sua empresa compra viagens e como ela cuida dos colaboradores — estão, na prática, mais conectadas do que se imagina. Nesta edição, exploramos por que tantas empresas ainda resistem ao self-booking e o que perdem com isso, e como o benefício de viagem a lazer se tornou uma das ferramentas mais eficazes (e econômicas) de retenção de talentos.

Tema 01 · Tecnologia

Self-booking: por que as empresas ainda resistem — e o que perdem com isso

Quando a tickettravel implantou a primeira plataforma 100% self-booking no Brasil, em 2005, a resistência era compreensível: o conceito era novo, a internet corporativa ainda engatinhava e delegar a compra de passagens ao próprio colaborador soava arriscado. Quase duas décadas depois, parte do mercado ainda carrega o mesmo ceticismo. O problema é que o custo dessa resistência cresceu — e continua crescendo.

Os motivos mais citados por gestores são sempre os mesmos: “nossos colaboradores vão comprar o que quiserem”, “perdemos controle” ou “é complicado demais para implantar”. São preocupações legítimas quando se fala de uma plataforma genérica. Mas são exatamente as preocupações que uma TMC especializada foi construída para resolver.

O que é self-booking, de fato? É a capacidade de o colaborador pesquisar, comparar e solicitar sua própria viagem dentro de uma plataforma corporativa — com política de viagens já parametrizada, fluxo de aprovação automático e visibilidade total para o gestor. Não é autonomia sem controle. É controle com agilidade.

Na prática, empresas que ainda dependem de processos manuais — e-mails para agentes, planilhas de aprovação, conciliações feitas à mão — pagam um preço duplo: financeiro e operacional. O financeiro aparece nas tarifas sem negociação e nas compras fora de política. O operacional aparece no tempo consumido por processos que poderiam ser automatizados.

40% | Redução de gastos comprovada

15% | Desconto médio exclusivo

24/7 | Suporte disponível

O dashboard em tempo real, a integração com ERPs via webservice e os relatórios gerenciais com BI são recursos que transformam viagens corporativas de um centro de custo opaco em uma área gerenciável e auditável. Gestores que tiveram acesso a isso raramente voltam atrás.

A resistência ao self-booking, em muitos casos, não é tecnológica — é cultural. É a sensação de que “sempre funcionou assim”. Mas o que sempre funcionou assim também sempre custou mais do que precisava.

  • Política de viagens parametrizada: colaborador só vê opções dentro do permitido
  • Fluxo de aprovação automático: sem e-mails perdidos ou atrasos desnecessários
  • Conciliação eletrônica integrada ao ERP: fim das planilhas manuais
  • Relatórios gerenciais com BI: visibilidade total sobre gastos e padrões
  • Acesso via mobile, desktop ou notebook: qualquer dispositivo, qualquer lugar

Tema 02 · Pessoas & Cultura

Benefício de lazer: a ferramenta de retenção que o RH ainda subestima

Retenção de talentos é um dos temas mais discutidos nas áreas de RH — e, contraditoriamente, um dos com menor taxa de inovação em benefícios. Plano de saúde, vale-alimentação e bônus de performance compõem o pacote padrão de quase toda empresa. O problema é que o padrão, por definição, não diferencia.

O benefício de viagem a lazer para colaboradores surgiu de uma demanda real: clientes corporativos da tickettravel pediam que seus funcionários tivessem acesso às mesmas condições comerciais e tecnológicas disponíveis para as viagens de negócio — mas para as férias e viagens pessoais. Em 2018, a plataforma Lazer foi lançada exatamente para isso.

Quando o colaborador percebe que a empresa viabiliza a viagem dos seus sonhos com condições que ele não teria de outra forma, o vínculo com a organização muda de natureza.

Do ponto de vista do RH, o argumento é simples e poderoso: é um benefício de alto valor percebido pelo colaborador, com custo zero para a empresa. A plataforma é dedicada, com descontos exclusivos, tecnologia equivalente à usada nas viagens corporativas e atendimento personalizado. O colaborador acessa, planeja e reserva suas viagens pessoais com as vantagens de quem está dentro de um ecossistema corporativo consolidado.

Mas o impacto vai além da conveniência. Estudos sobre engajamento de colaboradores apontam consistentemente que benefícios ligados a experiências — especialmente de viagem e lazer — têm correlação significativa com satisfação, produtividade e redução de turnover. Um colaborador que viajou nas férias com a família, usando um benefício da empresa, volta com uma percepção diferente do lugar onde trabalha.

Para o RH, na prática: não há custo adicional de implantação, manutenção ou operação. A empresa disponibiliza o acesso. A tickettravel cuida de todo o restante — plataforma, atendimento, negociações comerciais e suporte ao colaborador. O RH agrega um diferencial competitivo no recrutamento e na retenção sem aumentar o orçamento de benefícios.

Em um mercado onde a disputa por profissionais qualificados é cada vez mais acirrada, benefícios que geram memórias e experiências têm um peso que um percentual a mais de bônus dificilmente compra. Viagem é uma das poucas coisas que as pessoas planejam, antecipam e se lembram por anos. Estar presente nesse momento é uma posição privilegiada para qualquer marca empregadora.

  • Plataforma dedicada exclusivamente aos colaboradores da empresa
  • Descontos exclusivos que o colaborador não teria acesso de forma individual
  • Mesmo padrão de tecnologia e atendimento das viagens corporativas
  • Custo zero para a empresa: sem taxa de implantação ou manutenção
  • Diferencial competitivo real em atração e retenção de talentos

Eficiência operacional e cuidado com as pessoas não são agendas concorrentes. Na tickettravel, elas caminham juntas desde o início — na plataforma que automatiza e controla viagens corporativas, e no benefício que leva o mesmo padrão de qualidade para a vida pessoal dos colaboradores.

Se a sua empresa ainda não revisou como gerencia viagens de negócios — ou ainda não oferece um benefício de lazer aos seus times — este pode ser o momento certo para começar.

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