Da reserva à decisão: por que a gestão de viagens virou peça estratégica em 2026

Por muito tempo, gerenciar viagens corporativas foi sinônimo de operação: emitir passagem, reservar hotel, aprovar reembolso. Uma função de suporte, quase invisível, que só aparecia nas conversas quando algo dava errado.

Isso mudou.

Em 2026, decisões sobre como, quando e com quem sua empresa viaja deixaram de ser apenas operacionais — e passaram a ser estratégicas. E o sinal mais claro dessa mudança é que, independente do tamanho da empresa, sempre existe alguém responsável pela categoria de viagens.

Em grandes empresas, essa responsabilidade pode estar mais estruturada. Em empresas menores, muitas vezes ela é assumida por um profissional que já acumula outras funções. Mas, em todos os casos, existe alguém cuidando disso na prática.

E esse profissional está cada vez mais atento à forma como a empresa compra, organiza e gerencia suas viagens.

Toda empresa tem alguém responsável pela categoria de viagens — mesmo que esse não seja o cargo dela

Não importa o porte ou a estrutura da empresa: sempre existe um profissional que, na prática, assumiu a responsabilidade por essa categoria. Em algumas empresas, esse profissional está em Compras. Em outras, está no RH, no Administrativo, no Financeiro — e há casos em que essa função passa até pelo Marketing, especialmente quando envolve eventos, ativações, feiras, convenções ou ações comerciais.

O cargo muda. A responsabilidade, não.

E o que conecta esses profissionais — estejam onde estiverem na estrutura da empresa — é que eles estão cada vez mais antenados à gestão e à compra de viagens de forma eficiente. Eles entendem que negociar melhor, controlar despesas, acompanhar fornecedores, ter visibilidade de dados e garantir governança não são mais temas paralelos à gestão de viagens. São parte central dela.

A função mudou — sua gestão acompanhou?

Se antes bastava garantir que a reserva acontecesse dentro da política da empresa, hoje quem responde pela categoria de viagens precisa lidar com perguntas muito mais estratégicas:

  1. Estamos pagando o preço certo pelos fornecedores que mais usamos?

  2. Nossa política de viagens reflete o poder de negociação que a empresa deveria ter?

  3. Existe visibilidade de dados suficiente para decidir com segurança, e não no escuro?

  4. O contrato com a companhia aérea, rede hoteleira ou demais fornecedores está sendo revisto com a frequência que o mercado exige?

Essas não são perguntas apenas operacionais. São perguntas de gestão, eficiência, negociação e estratégia de custos.

E isso vale tanto para quem já tem experiência com compras de viagens quanto para quem assumiu essa responsabilidade dentro da empresa sem nunca ter recebido uma formação específica para isso.

Decisão estratégica exige dado em tempo real, não planilha defasada

Aqui está o ponto cego de muitas empresas: o profissional responsável quer negociar melhor, mas muitas vezes decide com base em informações fragmentadas — parte no financeiro, parte no RH, parte em e-mails de aprovação, parte em planilhas desconectadas.

Sem dados centralizados, perde-se a principal ferramenta de qualquer negociação: o histórico de consumo.

Sem saber exatamente quanto, com quem, com que frequência e em quais condições a empresa viaja, qualquer renegociação de contrato é feita no escuro.

É exatamente esse o papel da tecnologia na gestão de viagens corporativas hoje:

Dashboards em tempo real, acessíveis a quem decide, independente da área.

Relatórios customizados por fornecedor, mostrando volume, recorrência e oportunidades de renegociação.

Política de viagens com fluxo de aprovação automático, já alinhada ao que foi negociado.

Conciliação eletrônica integrada ao ERP, eliminando divergências entre o que foi negociado e o que foi efetivamente pago.

Quando esses dados estão disponíveis, quem responde pela categoria deixa de ser apenas informado depois da decisão e passa a fazer parte da decisão.

Da reserva à decisão: o papel da tickettravel nessa transição

Desde 2005, a tickettravel desenvolve tecnologia própria para que a gestão de viagens corporativas saia da planilha e se transforme em inteligência de negócio.

Mas a tickettravel entende que tecnologia, sozinha, não resolve tudo.

Na prática, quem assume a categoria de viagens — esteja em Compras, RH, Administrativo, Financeiro ou Marketing — muitas vezes precisa tomar decisões importantes sem ter recebido uma formação específica para isso.

Por isso, a plataforma tickettravel abraça esse profissional e entrega muito mais do que uma ferramenta. Entrega também capacitação, orientação e compartilhamento constante de conhecimento sobre o mercado de viagens corporativas, tudo incluído no serviço, sem custo adicional.

Esse suporte dá mais confiança, segurança e credibilidade para que o profissional exerça melhor essa função dentro da empresa, com mais domínio sobre dados, fornecedores, políticas, negociações e oportunidades de economia.

Com a Plataforma tickettravel, sua empresa tem:

  • Visibilidade total de gastos por fornecedor, centro de custo e período.

  • BI em tempo real para sustentar negociações com dados, não com achismo.

  • Acordos corporativos com os principais fornecedores do mercado, com descontos exclusivos.

  • Capacitação e atualização constante sobre o setor para quem responde pela categoria de viagens.

  • Atendimento humanizado 24/7 — porque tecnologia não substitui relação com fornecedor, ela potencializa.

Empresas que estruturam essa governança já reduzem gastos com viagens em até 40%. A diferença entre reagir ao preço do mercado e negociar à frente dele está, cada vez mais, em quem tem o dado, o conhecimento e o suporte certo na mão.

A pergunta que fica é simples: quem cuida da categoria de viagens na sua empresa já tem o suporte que precisa para decidir bem — ou está por conta própria?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima